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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Vivenciando o Socialismo


Para quem ainda acredita que o socialismo é uma solução viável considerando a natureza do ser humano, vale a pena ler este texto.


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.


Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.


O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".


Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.


Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.


Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.  O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as  recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor.


Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coreia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."


1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;


2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;


3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;


4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;


5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.


domingo, 21 de setembro de 2014

Brasil : Desvio de Foco


Esse exagero da midia em ficar repetindo incessantemente a matéria sobre a garota que xingou o Aranha e sua respectiva punição é na verdade um desvio de foco nocivo à população.

É óbvio que o racismo deve ser coibido.

O fato é que por trás disso existe uma característica não muito louvável, mas que é inerente ao ser humano que é a necessidade de assistir a punições de terceiros, como uma certa forma de catarse emocional que o faz "lavar sua alma".

Na antiguidade tais instintos eram considerados naturais, tanto que por exemplo os imperadores romanos para saciarem esta sede do povo ofereciam sempre "shows" de gladiadores, massacre de cristãos em arenas, etc.

A mídia se prevalece disso para focar exageradamente em incidentes onde há supostos culpados a serem punidos, e vítimas a serem "vingadas" através de tais punições.

Assim a população em grande parte esquece o entorno e a podridão da conjuntura em que vivemos e de algum modo já se satisfaz.

Enquanto isso, o Lewandowski tomou posse como presidente do supremo, a Dilma já começou o famoso discurso do nada sabe a respeito do esquema de corrupção na Petrobrás, e ainda subiu nas pesquisas.

E o gado continua no seu pasto...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Fim da PEC-37


Hoje o povo obteve a 2a vitória na queda de braço contra este governo corrupto e opressor que controla o nosso país. Depois da redução dos preços das passagens de ônibus, conseguimos "forçar" o governo a não aprovar a PEC-37. No desespero, os políticos em busca de dar um fim às manifestações resolveram votar às pressas a PEC-37, a qual foi rejeitada pelo plenário da Câmara dos Deputados (430 votos x 9 e 2 abstenções).

Para quem não sabe, a PEC-37 era um projeto de emenda à constituição que propunha que promotores e procuradores não pudessem mais executar diligências e investigações próprias, mas apenas solicitar ações no curso do inquérito policial e supervisionar a ação da polícia, limitando assim o poder de atuação do Ministério Público contra políticos envolvidos em corrupção e afins.

Esta vitória foi muito importante para o povo, não apenas pelo objeto que representa, mas por deixar mais do que claro que estamos com a força e o poder em nossas mãos. O povo já está acreditando que o Brasil é nosso, e não dos políticos. O sentimento de amor à pátria está de volta.

Podemos comemorar o nosso êxito por termos forçado a rejeição da PEC-37, porém os políticos não merecem mérito algum por isto. Eles apenas cumpriram sua obrigação não aprovando um projeto de emenda constitucional criado por eles mesmos que fazia uma proposição absurda. Ou seja, o próprio mal não pode vangloriar-se pela rejeição de um mal proposto por eles mesmos.

É como se o diabo resolvesse fazer o mal, mas de repente ele desiste. Ele mereceria algum mérito por esta desistência ?

Vencemos mais uma batalha, mas a luta por um Brasil melhor continua. Com inteligência, determinação e perseverança chegaremos um dia a vencer esta guerra, que a pouco tempo atrás parecia perdida. Finalmente o Brasil Acordou!

#MudaBrasil #vemprarua

“Individually, we are one drop. Together, we are an ocean.” ~Ryunosuke Satoro.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Bolsa Família



Em um país onde grande parte do povo vive na miséria, uma bolsa família (compra de votos legalizada e patrocinada pelo povo) é suficiente para perpetuar essa gente no poder, e por conseguinte enfiar o Brasil no ralo...

Desta forma o governo mantém grande parte do povo em sua ignorância, sem maiores condições de melhorar seu nível de vida por carência educacional, e acomodado por já ser remunerado sem precisar trabalhar. A ignorância do povo é o maior trunfo de um governo incompetente para perpetuar-se no poder.


"The world is not dangerous because of those who do harm but because of those who look at it without doing anything." ~Albert Einstein

segunda-feira, 1 de março de 2010

A Religião e o Poder

Como já dito anteriormente, a religião sempre foi uma importante aliada, ou possível oposição ao governo vigente.

Após o nascimento de Cristo, com seus sábios ensinamentos, começou a surgir uma nova força emergente dentro do império romano - o Cristianismo. O imperador tentando não se opor ao povo, e pressionado pelos fariseus, procurou de todas as formas diminuir Cristo diante de si. Após diversas articulações acabou por conseguir a crucificação de Jesus, através de Pôncio Pilatos. Após sua morte (e ressurreição), o cristianismo passa a ganhar ainda mais força no império. No início ainda combatido, mas em 325 DC em incessante crescimento, Roma passou a estar dividida e em guerra entre pagãos e cristãos. O imperador Constantino sentindo este crescimento, resolveu então unificar Roma sob uma unica religião - o Cristianismo, eliminando o culto pagão.

A partir daí começa a surgir uma grande força religiosa e política no mundo - a igreja católica, comandada pelo seu Papa.

No Concílio de Roma em 382 DC, o Papa Dâmaso I montaria a primeira lista de livros da Bíblia. Os textos originais em grego e hebraico foram traduzidos por São Jerónimo para o latim. Esta tradução ficou conhecida como a Bíblia Vulgata Latina. Havia muita divergência sobre os textos bíblicos que seriam aceitos pelos cristãos. Em 1546, o Concílio de Trento  declara que é a unica Bíblia autêntica e oficial no rito latino da Igreja Católica.

Os cristãos acreditam que os homens que escreveram a Bíblia foram inspirados por Deus, considerando-a como a Escritura Sagrada. Porém nem todos os seguidores da Bíblia a interpretam ao pé da letra. Muitos consideram que diversos textos são metafóricos, ou que faziam sentido no momento histórico em que foram escritos, perdendo seu sentido no contexto atual.

Há quem considere que a Igreja Católica na montagem da Bíblia, selecionou os livros que melhor se encaixavam para a construção de um modelo ideal de sociedade, segundo os seus princípios.

Igreja Católica cresceu tanto que ganhou seu próprio Estado (Tratado de Latrão), e definiu suas leis dentro da conjuntura sócio-política criada.


Para combater supostas heresias, feitiçarias, bigamias, ou quaisquer tendências que fossem divergentes dos ideais católicos, em 1183 surgiu a idéia da criação do Tribunal da Inquisição. Estes eram instalados quando surgiam vestígios de alguma heresia, a fim de eliminá-la.


Mais tarde, outros Estados pediram ao Papa autorização para a instalação de Inquisições locais, com o objetivo de consolidar seu poder, utilizando pretextos religiosos para reprimir a movimentos contrários aos seus interesses.


Outro importante acontecimento histórico que procura justificar a guerra e conquista territorial com motivos religiosos foram as Cruzadas.


Desde então, a Igreja Católica passa a participar na realização de mudanças estruturais na sociedade. Algumas delas se tornaram tão naturais a nossos olhos, que em primeira vista parece que sempre existiram. Veja um exemplo no link a seguir.


http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/casamento_uma_invencao_crista.html

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Exercendo o Poder

Ao exercer o poder, o líder não busca apenas atingir aos seus objetivos primários e dos grupos que o apoiam, mas também assegurar sua continuidade naquela posição.

O líder para ser obedecido necessita ter o respeito e confiança do povo, caso contrário terá que se impor através da força e repressão. Em muitos casos pode-se chegar a falar em nome de entidades superiores, místicas ou religiosas que supostamente são respeitadas pelo povo para exercer o poder.

Podemos citar como exemplos alguns fatos históricos.

Moisés quando estava conduzindo os hebreus que haviam sido escravizados no Egito, chegando no Monte Sinai recebeu as duas Tábuas contendo os Dez Mandamentos de Deus. Ao retornar encontrou o povo adorando a imagem de um carneiro de ouro, a qual supostamente oferecia muito mais prazeres materiais. Quando Moisés comunicou que as tábuas havias sido escritas pelas "mãos" de Deus, o povo imediatamente descartou o carneiro e voltou a submeter-se à liderança de Moisés e respeitar a Deus.

Este exemplo mostra que a união entre Moisés e Deus, e os supostos milagres que ocorreram durante a caminhada, consolidaram a liderança de Moisés ao seu povo.

Desde a antiguidade, em diversos povos, a política e a religião caminharam lado a lado. Embora fosse necessária a existência de um exército para a manutenção do poder, o estado utilizava a crença do povo como um meio de facilitar o seu comando. Em muitas civilizações havia o endeusamento dos líderes supremos (Ex.: faraós, césares). Quando surgiam religiões que questionavam a superioridade dos líderes, os seus membros eram perseguidos e condenados.

Mantendo o Poder

Uma vez conquistada a liderança, o próximo passo não menos complicado é mantê-la. Sempre haverão pessoas apoiadas por grupos com interesse em tomar o poder o mais breve possível. Qualquer falta de poder ou deslize demonstrado pelo líder poderá ser suficiente para enfraquecê-lo. É como em um tabuleiro de xadrez, o jogador tem suas peças e posição sob pressão por todo o tempo, cabendo a ele utilizar tudo o que tem para garantir sua estrutura intacta e partir para o ataque. Se a qualquer instante apresentar fraqueza em algum ponto, toda a força do inimigo poderá ser focada naquela vulnerabilidade para destruí-lo. Há aqueles que preferem seguir o princípio "a melhor defesa é o ataque", procurando manter os seus opositores acuados e garantir-se no poder.

Pode-se observar ao longo da história líderes utilizando várias formas diferentes para se impor diante do povo, defendendo assim os interesses dos grupos que os apoiavam. Em raras excessões certos homens agiram sozinhos, lutando por seus ideais ou pelo que consideravam ser um bem comum.

Nos primórdios, assim como em bandos de várias espécies de animais, a força física do líder era o elemento principal para a conquista e manutenção do poder. Mas no decorrer dos tempos, com a evolução do pensamento humano, as estruturas foram ficando mais complexas.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A Luta pelo Poder

Bem, vamos retornar à nossa história. Partimos de "O Começo...", e seguimos com  "O início da transformação".

Com a evolução da inteligência humana, o sentimento de aspiração pelo poder e controle dos recursos disponíveis fazem que alguns componentes dos grupos passem a destacar-se, seja inicialmente por força física, ou por maior capacidade de articulação, objetivando a conquista da liderança.

O poder além de fazer bem ao ego, eleva o status e oferece muitas vantagens ao indivíduo no grupo. Assim começa desde os primórdios a luta pelo poder e liderança.

O indivíduo que aspira pelo poder pode ter diversos motivos, explícitos ou implícitos, seja por pura antropofilia, ou para simplesmente obter benefícios, mas em geral por razões intermediárias entre estes. Muitas vezes nem o próprio indivíduo sabe ou assume para si próprio suas verdadeiras intenções. Como sempre, os mecanismos de defesa mencionados em postagem anterior se manifestam. Se você analisá-los irá perceber que vários dos mecanismos citados servem para explicar o que se passa na mente dos líderes.

Mas não paramos por ai. A mente humana trabalha incessantemente. Os sentimentos e instintos primitivos embora sempre irão permanecer latentes no interior de nosso inconsciente podem ser ocultados, camuflados, mas acabam vindo à tona em diversas situações. Toda esta mistura de sentimentos, emoções e ambições vão fazendo com que homens se unam em subgrupos que possuam interesses comuns, os quais podem até chegar a lutar, agredir ou mesmo matar outras pessoas a fim de atingir a seus objetivos. O candidato a líder poderá ter que negociar com grupos buscando a união de interesses, confiança mútua e assumindo compromissos e dívidas a serem quitadas quando assumir o poder.

Um candidato com carisma e sabedoria tem muito mais facilidade para chegar à liderança, com menos custos e maior poder de influência. Vejam um vídeo a seguir.

http://www.youtube.com/watch?v=fW8amMCVAJQ

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Começo...

Como todos já sabem, os seres nascem, crescem, reproduzem e morrem.

A tendência natural da vida de um cidadão ao nascer é aprender a como viver em sociedade compartilhando os recursos disponíveis, e respeitar ao próximo. Devemos contribuir para a manutenção da continuidade da sociedade em que vivemos trabalhando, e se possível, participando da sua evolução e deixando a nossa marca para a história.

Como chegamos até aí ?

É fato inquestionável que acima de tudo o homem é um animal (seja racional ou não, seja criado a imagem e semelhança de Deus ou não...). Todo animal tem instintos, necessários para a sua sobrevivência e preservação da espécie.

Para evitar discussões inócuas em torno da origem da vida e do homem, vamos partir do ponto em que o homem pré-histórico já existia. É sabida que a tendência natural do homem desde suas origens sempre foi viver em bandos. Com sua forma física mais frágil do que a dos predadores selvagens, o homem possuía um diferencial o qual utilizava para garantir sua sobrevivência - sua inteligência era superior a dos outros animais, e em grupo esta vantagem tornava-se ainda maior.

A raça humana é uma das mais frágeis em seu nascimento. O bebê seria então completamente dependente da mãe por um longo tempo até conseguir caminhar por si só. A vida em grupo aumentaria as chances de sobrevivência da espécie. A necessidade de proteção era essencial. Dentro deste contexto pré-histórico começaram a se formar as primeiras versões de sociedade.

A necessidade de alimentação sugere que sejam organizados grupos para a obtenção de alimentos. Os principais alimentos eram obtidos através da caça. O homem por ter habilidades físicas inferiores as da maioria dos animais, utiliza sua inteligência para criar utensílios que facilitem a caça.

A existência de grupos sugere naturalmente o surgimento de líderes. O homem com sua racionalidade percebe que os utensílios utilizados para a caça também poderiam servir para subjugar outros homens. Assim começam a destacar-se os líderes, os quais assumem o controle dos grupos. Homens começam a aspirar pelo poder e controle dos recursos disponíveis.